Uma vela pra Deus e outra para o diabo

22/11/2009 00:00
Costuma-se enaltecer a diversidade, a liberdade de escolha, e, no âmbito religioso, o ecumenismo. São, hoje em dia, “pedras de toque” da humanidade. Exaltam-se estas características como grandes conquistas do homem moderno. A diversidade, em todos os setores da sociedade, que é de fato, um bem, é elevada quase à deidade, à condição de ídolo da modernidade. A liberdade de escolha é, de fato, um deus para a humanidade. É nosso bem maior, na ótica dos humanistas.
 
Todas essas características, e outras mais, apesar de se constituírem num benefício para as relações humanas, não poderiam jamais ser elevadas à condição de valores intocáveis, pois esta atitude tem levado a humanidade a distorções e exageros. Porém, quando o tema encontra-se no âmbito religioso, o ecumenismo e o sincretismo, aí é que se instala a maior confusão.
 
A filosofia centrada no bem-estar do homem, conseqüência direta da queda de Adão, tem conduzido a nossa raça ao maior dos enganos. Engano que tem conseqüências trágicas, pois se reflete na eternidade. É um engano que condena o ser humano à morte eterna. A moderna cultura, mais uma vez digo, centrada no homem e no seu conforto, e embalada num belo conceito de liberdade, tem promovido o que se convencionou chamar de ecumenismo e fomentado o sincretismo religioso. É o famoso “todos os caminhos levam a Deus”.
 
É muito apelativo e moderno este conceito. Pena que não é verdade! Pena que conduz à morte! E morte eterna. Já nos tempos do Velho Testamento o povo de Israel estava caindo neste engodo freqüentemente. Até que um dia, através de um profeta, Deus lançou um desafio definitivo. “Se o Senhor é Deus, sigam-no; agora, se Baal (um deus dos povos à volta) é deus, então sigam-no”. O Senhor ali estava, por Sua presciência, estabelecendo um claro divisor de águas. Matando no nascedouro o conceito que, séculos mais tarde, viria a ser um mote, uma prova da modernidade do homem.
 
Quem, hoje em dia, ousaria defender a mútua exclusão entre Deus e os deuses? Quem se arrisca a se definir claramente, não apenas como monoteísta, mas como uma pessoa que crê na mútua exclusão entre o Senhor criador do universo e do ser humano, o “Deus e Pai do Nosso Senhor Jesus Cristo”, como define a Palavra de Deus, e todos os demais seres, ou seja lá o que for, que se apresentam como deuses? 
Não se pode, apesar do ditado popular, acender uma vela para Deus e outra para o diabo ou para outros deuses.
 
A Palavra de Deus define claramente que àquele a quem você se oferece como adorador, dele se torna escravo. Também esclarece definitivamente que não há a menor possibilidade de você andar com “um pé no Reino de Deus e outro no reino das trevas”. 
Você precisa se definir. Se o Senhor é Deus, então siga-o. Não tente cultuar e servir a Deus e aos deuses deste mundo.
 
Ivan Cardiano, pastor
INV de Teresópolis

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