Uma questão de justiça, de fato!

12/11/2009 00:00
   Quero abordar a questão da justiça de Deus e sobre as distorções e usos não autorizados da Palavra de Deus. Ser justo, principalmente da ótica de Deus, é dar todas as oportunidades para que alguém se concerte. Deus, sendo infinita e perfeitamente justo, jamais deixará de dar oportunidade para alguém melhorar seu caráter e comportamento, e, assim, ter a vida eterna. Deus, sendo longânimo, ou seja, possuidor de um ânimo longo, jamais deixará de esperar que os seres humanos desenvolvam uma alma mais elevada.
 
Sendo assim, dentro das interpretações não autorizadas da Palavra de Deus, distorcendo-a por não cumprir as exigências iniciais para que ela seja entendida, há algum tempo desenvolveu-se a teoria chamada de reencarnação. Diz-se, até, que é uma questão de justiça. Na verdade, é mais uma questão de interpretação errônea da Palavra de Deus.
 
Realmente, Deus, sendo justo, teria que, inexoravelmente, exercer esta justiça. Nesse caso, o culpado teria que ser condenado e cumprir sua pena. Na realidade, a teoria de reencarnação é mais um dos “jeitinhos” brasileiros. Por ela, nunca haveria condenação, pois o réu estaria sempre tendo uma nova chance, em liberdade. É, por exemplo, como se permitíssemos que estes criminosos que assolam o nosso país, seja no tráfico, seja na política, seja em que área for, continuassem, impunemente, se aproveitando de uma liberdade a que não têm direito.
 
Na justiça de Deus o condenado tem que ser, sim, punido. A diferença enorme e, muitas vezes, mal compreendida, é que Deus sendo infinito em Sua misericórdia e amor, " ...deu o Seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça (eternamente, bem entendido), mas tenha a vida eterna" (Jo 3:16). Então, na Palavra de Deus, está muito claro que a justiça de Deus se cumpriu, sim. Alguém foi devidamente condenado e punido pelos pecados de cada um dos seres humanos. Não tendo inúmeras chances, voltando para “pagar seus pecados”.
 
A verdade, pura e simples, é que ninguém poderia pagar seus pecados; eles fazem separação definitiva e total entre nós e Deus. Então Deus puniu nossos pecados num substituto. O Senhor Jesus, Filho Unigênito do Pai, me substituiu na condenação que me cabia. Ele, não tendo pecado, não teria que expiar os Seus. Assim, pode expiar os meus. Na realidade, os pecados de toda a raça humana.
Não se engane com as interpretações não autorizadas da Palavra de Deus. Não se deixe levar por teorias construídas sobre um fundamento falso.
 
Só a aceitação da morte do Senhor Jesus Cristo como substituto da condenação que deveria recair sobre você é que o habilita, não só para entender corretamente a Palavra de Deus, como a usufruir dos benefícios e promessas nela contidos.
Reconheça que você deveria sofrer a punição eterna devido à sua natureza pecaminosa herdada de Adão e aceite a oferta de um substituto, Cristo Jesus, para que você tenha seus pecados perdoados.
 
Pr. Ivan Cardiano
INV de Teresópolis

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